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MODELO 3D DO PERIQUITO
IDEAL(STANDARD DE PERFEIÇÃO)


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O STANDARD
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Condição:
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A condição é essencial. Os periquitos que não tenham “condição” serão excluídos do julgamento.
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Tipo:
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Possante e robusto. As formas do corpo devem definir curvas
harmoniosas e apresentar proporções ajustadas de todas as partes do corpo, de acordo com a imagem ideal.
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Comprimento:
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24.5 cm desde a parte mais alta da cabeça até à ponta da cauda. |
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Asas:
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Em boa posição, junto ao corpo, apenas levantadas acima das penas do obispilho, sem se cruzarem. Cada asa deve
apresentar sete rémiges completamente crescidas e sem falhas. Devem medir 12 cm desde
os ombros até à ponta.
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Cauda:
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De desenvolvimento rectilíneo, na continuidade do final do corpo. As penas devem ser bem
desenvolvidas e completamente crescidas.
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Posição:
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Temerária e natural. A ave deve posicionar-se no poleiro com um ângulo de 60º em relação à
horizontal.
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Cabeça:
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Grande, redonda e ampla, simétrica desde qualquer ponto de observação. A abóbada craniana deve começar na cera,
seguindo até à fronte e mais acima sobre a nuca, até à base posterior do crânio, num arco proporcional e
simétrico.
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Bico:
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Pequeno e bem incrustado na cara. A parte superior deve cobrir suficientemente a
inferior.,
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Olhos:
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Expressivos e luminosos, posicionados de forma
equidistante entre a frente, a coroa a base da cabeça. Devem ser parcialmente cobertos pelas
sobrancelhas.
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Pescoço:
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Cheio e largo, quando observado de qualquer ângulo.
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Cor:
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Correspondente à descrição de cada variedade. Pura, regular e sem variações.
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Máscara e “spots”
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Máscara de cor pura, ampla e larga que se estenda do cimo da
cabeça até à base do pescoço, terminando no peito num arco regular. Ornamentada com seis
manchas circulares simétricas (spots), grandes e redondas, implantadas no terço inferior da
máscara, formando uma cadeia completa com separação simétrica. As duas manchas
periféricas deverão ser parcialmente cobertas pelas suíças. A cor da máscara e spots
deverão ser conforme a descrição da variedade correspondente.
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Patas e pés:
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Fortes e rectas com dois dedos para a frente e dois para trás, com unhas curvas que agarrem o
poleiro. Cor conforme a descrição da variedade.
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Desenho:
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Conforme a descrição para as diferentes variedades, bem claro
e definido ou bem delineado.
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DEFEITOS E DIRECTRIZES PARA A QUALIFICAÇÃO SEGUNDO AS REGRAS DA C.O.M.
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Condição:
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Entende-se por condição o estado de saúde e de plumagem, a posição que apresenta no
poleiro, na gaiola de exposição, depois de certo treino. Se estas deixam muito a desejar, então
esses periquitos não deverão fazer parte do julgamento. Os principais defeitos podem ser o
contínuo embolado da plumagem, demasiado gordo ou demasiado magro, (notando-se o externo), a
plumagem do ânus muito pegajosa, feridas com sangue, falta excessiva de plumagem: por
exemplo, se faltam ambas as penas compridas da cauda, se faltam mais do que dois spots
(excepto naquelas colorações que não necessitam ter estas manchas), penas a sangrar,
partes sem penas e os mínimos sinais de tinha. Também é válido para periquitos que por acessos
de raiva contínuos se atiram contra a gaiola e não se colocam sobre o poleiro senão por uns
segundos. Em caso de objecções insignificantes na Condição, descontam-se pelo menos dois
pontos por cada defeito, segundo sejam relativos, ao tipo, à postura, à cor, ao desenho, etc.
Os pássaros jovens, que não tenham toda a sua coloração, não serão aceites a julgamento.
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Tipo:
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Forte e compacto, as formas do corpo em curvas harmoniosas. Ombros e corpo largos. As costas
rectas, o corpo caindo desde a parte mais alta até à ponta da cauda, peito arqueado para a
frente numa curva elegante. Todo o pássaro deve ser compacto sem ser gordo. Entende-se, em geral
como bom tipo a distribuição harmónica e proporcionada das partes do corpo. Tudo o que não
esteja incluído nesta tipificação, vai-se classificando e retirando pontos, desde o mínimo de 3 por
defeitos menores até 10 por defeitos mais graves.
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Tamanho:
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Em caso de um tamanho muito pequeno ou muito grande, baixam-se 2 pontos; por asas
caídas, muito altas ou que se cruzem, descontam-se no mínimo 3 pontos.
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Cauda:
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Não só se deve penalizar as penas roídas, curvas ou abertas, mas também o comprimento destas.
As mais compridas quase sempre são identificadas porque pairam abaixo do eixo do corpo.
Descontam-se de 2 a 5 pontos segundo a importância do defeito. Quando falta uma das
penas compridas descontam-se 5 pontos.
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Cabeça:
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É uma das características mais importantes dos periquitos de exposição. O mais difícil é
criá-los na forma e tamanho desejados. Retiram-se 10 pontos aos que tenham forma original
(vulgo periquitos normais), com cabeças pequenas e bicos salientes, e 8 pontos aos mais
pequenos, com cabeças mais proporcionadas. São defeitos importantes as cabeças muito
estreitas ou planas, a falta de curva na frente, assim como a parte posterior da cabeça muito
torneada (linha angulada da nuca, ver lista de penalizações). Cada um destes defeitos retira pontos. As fêmeas
têm uma frente mais plana, mas mais larga quando vista de perfil.
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Posição:
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A posição ideal é apresentada no standard. Uma má posição é frequentemente resultado do
medo. Defeitos permanentes são por exemplo costas torcidas ou côncavas, pernas abertas ou
desviadas da posição standard, etc.. Defeitos de posição são, por exemplo, falta de
musculatura peitoral, um corpo gordo e pesado, que tende a cair do poleiro. Os pontos que se
perdem por tais defeitos são no mínimo 5 pontos. O peito inchado não se deve confundir com
gordura. O ângulo com o poleiro será mais pequeno para pássaros mais pesados, no entanto, se
esses pássaros em toda a exposição estão em fase de cío, este ângulo será maior. Nesse
caso, o juiz deve confiar na sua intuição e conhecimentos como criador.
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Bico:
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Um bico proeminente é um defeito frequente. Outras falhas: gretas ou feridas no bico, feridas e
degenerações da pele cerosa do nariz e a côr (compare com a descrição standard), retiram de
2 a 5 pontos. Uma falha que leva à desclassificação é o bico superior descansar dentro do
inferior e não sobre o inferior.
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Olhos:
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Motivo de eliminação são periquitos com defeitos nos olhos e feridas, inclusive tinha
nas pálpebras e bordos, assim como uma cor inadequada no desenho, segundo a descrição do
standard.
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Pescoço:
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Perdem-se pelo menos 5 pontos por um pescoço muito delgado.
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Cor:
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Devem corresponder aos tons do standard. As variedades que, com mais frequência, apresentam
defeitos são o verde azeitona, o malva, os inos e os de asas claras e violeta. Os que menos
apresentam são o verde cinzento, cinzento e os diluídos de olhos negros. Nos tons verde escuro, e
cobalto permite-se uma certa variação nas sombras devidas ao cruzamento do factor violeta de
um pássaro com outro, no entanto, esta não se permite no mesmo pássaro. Um julgamento
correcto das cores exige o conhecimento da influência dos diferentes efeitos de luz sobre
os mesmos. No caso de uma participação elevada e com escassez de espaço, o juiz deve
ser capaz de julgar as cores inclusive com luz artificial. Nesse caso, a luz amarela
intensifica os tons verdes e torna opacos os tons azuis e a luz de néon provoca um efeito
contrário. A mais aceitável é a luz branca natural, apesar de se perder o amarelo das caras: a
luz do dia ao entardecer intensifica o azul e torna-o violeta, e violeta a lilás.
Defeitos importantes são em todas as cores escuras a presença no mesmo pássaro de
manchas claras ou de cambiantes de tonalidade. Muitos lutinos mostram um reflexo esverdeado, e
os albinos um reflexo azulado.
São faltas frequentes, nas aves de asas claras, a falta de contraste e nos arlequins e nos
opalinos a cor muito pálida e impura. Os expositores e juizes devem dominar a escala de pontos
de modo a penalizar adequadamente a cor, que tem uma valorização que depende da
variedade: de 10 a 35 pontos. Assim, pode descontar-se a um pássaro normal uma pontuação de
10 por palidez, diminuir-se no máximo 4 a 5 pontos a um lutino,ou um máximo de cinco pontos
nos normais.
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